fevereiro 15, 2011

culto do mediocre

se há pessoa que me irrita, tira do sério, dá-me comichões, é a Paula Bobone, de tantos disparates que a aquela boca consegue dizer. mas numa entrevista à revista Focus desta semana, a senhora disse umas das primeiras frases com inteligência que lhe li:
"Em Portugal há o domínio da mediocridade".
Sra. Paula, continuo a não gostar de si, mas desta vez, está cravejadinha de razão.

fevereiro 14, 2011

és fácil, muito fácil de gostar. como o mar ao pôr-do-sol.

fevereiro 11, 2011

sou eu que te vejo com outros olhos,
ou foste tu que mudaste tanto?
por teimosia, talvez, não se me enfia na cabeça a ideia de dar em troca de receber. talvez por uma questão de berço ou por experiência autodidacta, acho que quando se dá à espera de receber, não se dá por gosto. e peço desculpa se o meu ponto de vista for tristemente humilde ou pareça mentira, dou porque gosto de dar. e quando falo em dar, refiro-me a tudo na vida. em tempos li que seja o que for, só se recebe na medida em que se dá. não sei se isto é bem assim.
sempre fui assim: dou sem receber, sem esperar por receber, e ainda bem para mim, porque quem espera cansa mas nem sempre alcança. e já me aconteceu tantas vezes dar e receber do avesso, isto como quem diz, dei amor, recebi traições. chamem-me tonta, mas não aprendi a lição (ou se calhar aprendi mas não mudei de opinião). vou continuar a dar a quem acho que merece, mesmo sabendo que vou acabar por descobrir que muitos não merecem, e toma lá mais uma desilusão. sou assim, com a minha extrema racionalidade que tantas vezes entra em choque com a minha ingenuidade que não é bem ingénua, é mais do tipo, eu sei que me vais enganar, mas enquanto isso não acontece, vamos lá ver se me fazes rir.
devíamos aprender com o tempo a distinguir quem é que nos vai desiludir daqueles que nos fazem bem, porque bem vistas as coisas, quanto maiores forem as desilusões, mais facilmente nos deixamos enganar, naquela esperança parva de substituir com tanta urgência aquela pessoa que nos fez tanto mal por outra que nós temos a certeza, sem a ter, que é especial porque apareceu quando precisávamos.
tenho para mim que amizade e amor não são mais do que dar sem esperar receber. mas não me interpretem mal: se não recebo nada em troca, é porque o sentimento não é reciproco. e isto não é egoísmo ou uma forma subtil de saber se sou correspondida seja no que for: se não me dás, é porque não és meu amigo. é uma forma de encarar os males do tempo e todas as desilusões de uma forma menos ingénua, porque chega uma altura na nossa vida em que nos cansamos de ser enganados e só nos resta duas opções: o cinismo e o desprezo. uso os dois, depende do caso.
não digo que me arrependo de ter dado tanto e não me faz grande moça não ter recebido de volta. aprendi a distinguir as pessoas que não dão porque não podem, das que não dão porque não querem, das que não dão porque não percebem. e há casos ainda que me estão pendentes porque continuo na esperança de um dia me darem valor (e não peço mais), por tudo o que lhes dei.

fevereiro 09, 2011

agora que estou no ramo (digamos que numa espécie de espera remunerada por aquele bom emprego na área em que estive a queimar pestanas 5 felizes aninhos) começo a compreender o quanto chatos são aqueles clientes que mexem em tudo, dessarumam tudo, experimentam tudo, perguntam os preço de tudo, querem ver os tamanhos de tudo, querem saber as cores de tudo, mas não levam nada. chatos, chatos, chatos. chiça!
não gosto de brasileiras. nem brasileiros. no geral.
mas existem para ai umas pequenas excepções que me fazem quebrar a regra.
como tu, minha preciosa . parabéns.
fiquei anos sem falar a pessoas, silêncios que duram até hoje. umas vezes por orgulho, outras porque se foi adiando a conversa até se tornar demasiado tarde. outras porque não valiam a pena: afinal não eram assim tão importantes e não me faziam falta alguma. percebi que quem vê caras não vê corações, afinal não era nada daquilo que eu pensava, porque a mentalidade da terrinha e aquela máxima eu-posso-fazer-mas-se-fores-tu-a-fazê-lo-vou-te-condenar-por-isso-o-resto-da-tua-vida não faz nada o meu género e não foi essa a minha educação. fui compreendendo com o passar dos anos - aqueles que nos fazem crescer - que os amigos verdadeiros são espécies raras e a qualidade é sempre preferível à quantidade. o critério de escolha de quem me tem feito companhia foi mudando ao longo da vida.
tenho e sempre tive gente que gosta de mim, e nunca perdi muito tempo a pensar se serei assim tão boa de merecer. sempre acreditei, mesmo quando me tentavam convencer do contrário, que o mundo não se divide em pessoas-só-boas e pessoas-só-más. e não me encontro no meio, há dias que sou má pessoa, outros em que sou boazinha demais.

fevereiro 04, 2011

se não for para fazer todas as coisas com paixão, nem vale a pena fazê-las.

Portugal tem talento?

até acredito que sim, somos povinho de grandes talentos, mas não é com certeza o caso da Conceição Lino como apresentadora. que não me levem a mal, até que me dá gosto ver o "nós por cá", mas vê-la ali, a dizer disparates, dá-me sono. e gosto muito daquele grande senhor da comédia de nome José Diogo Quintela, mas tenho umas quantas dúvidas sobre o quanto percebe ele de talento, de musica, de dança... e o outro senhor que não faço a menor ideia quem seja mas, coitado, só me faz lembrar o pobre do Carlos Castro, também não ajuda á festa. nada contra homosexuais, mas bichas, tiram-me do sério. enfim, muito estilo "ídolos", esperam-se gargalhadas nas noites de domingo a ver os bimbos que temos neste pais e que acham que têm um dom, e os culpados dos seus paizinhos, que têm menos juízo que os filhos e os incentivam a ir á tv fazer de palhacinhos para o povo se rir. acho que também era assim no tempo das cortes, quando havia os bobos.
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parabéns Fubu. bem te disse que isso é talento.

janeiro 31, 2011

somos grandes conquistadores

a Liquid anda á conquista do mundo.
segue-se novo escritório em Casablanca, Marrocos.
caiu-me uma estrelinha italiana na vida, e trouxe com ela umas quantas outras estrelinhas que me dão tanta cor à vida. e valem cada segundo de maluquice de fazer 120km para estar um bocadinho com eles. gosto tanto.

janeiro 24, 2011

ao longo de uma vida a tentar sobreviver, só se procura estar ao lado de nós mesmos. e ser-se amigo é estar, de qualquer forma, do lado de alguém que está, de qualquer forma, do nosso lado.
in entre amigas, Alessandra Appiano

janeiro 20, 2011

a namorada do Bacardi

linda, não é?
este foi um dos presentinhos que ofereci ao meu menino pelos 25. estou mortinha para que ele acabe de ler para me derreter em gargalhadas com os cromos do Markl.
parabéns amor meu.

janeiro 18, 2011

dizer a mim mesma que vai resultar é a melhor estratégia de vida.
descobri a pessoa capaz de responder às minhas perguntas e acho que há um bilião de hipóteses de sermos felizes porque damos muitas gargalhadas juntos.

janeiro 14, 2011

sou impaciente, sempre detestei esperar.

janeiro 12, 2011

a patroa, linda que ela é, deu a camisina. manga balão, como eu gosto.
foi mais ou menos à dois anos atrás que os benditos senhores que me deram vida entraram em declínio sem volta, e decidiram ir cada um para seu lado. feliz da vida por essa tardia decisão. e eu, sem nada querer ter a ver com isso, decidi-me a ficar na minha alegre casinha. contigo. acontece que acabamos por vender a casa por uma boa proposta e lá fomos nós (eu um pouco contrariada) viver um aninho para o Barro. dei por mim, em dias vazios, a pensar se não teria sido uma decisão precipitada. afinal, nem foi sequer uma decisão, foi uma consequência dos factos: fiquei sem casa, não queria viver com os papás e seus apêndices (carinhosamente falando), e como eras meu namorado, acabaste por ser tu a ter de gramar comigo em tua casa por causa das circunstâncias. e nunca te senti nenhuma indecisão, pelo contrário, sempre te mostraste sorridente com os factos e isso acalmou-me as incertezas.
passados dois anos de convivência diária, e o quanto eu gosto disso (mesmo quando te ralho porque sujas, porque não ajudas, porque desarrumas, porque só cozinhas massa com salsichas, cogumelos e natas), acabei por me tornar uma cozinheira de categoria (média, vamos ser humildes) mas não sou, de todo, uma dona de casa por vocação. nem tenho pretensões.
falta-me a paciência para gente sem grandes objectivos, que se contenta com pouco, que fica bem com o mediocre.

janeiro 11, 2011


a próxima maluqueira são estes sapatos. o grande, grande problema é escolher entre as 4 cores, cada uma mais linda que a outra. vida de mulher é dificil, grrrh
esta blusinha da Fornarina deu-me a volta com uma pinta e já cá canta. agora rezo para que a nova coleção primavera-verão não me deixe tão tentada.

the biggest tentation

trabalhar numa loja de roupa liiiiinda (e caaaaara) e ter de fazer um esforço do catano para não gastar o ordenado em peças que ficavam a morrer de lindas no meu roupeiro IKEA.

e como ele era pequenino!

obrigado, obrigado, obrigado. sabes que gosto ainda mais de ti por isto, não sabes?

janeiro 10, 2011

se for para acordar assim, mergulho de cabeça todos os dias.
é preciso cabedal emocional.
devido a certas circunstâncias da vida, comecei a acreditar nos fins irreversíveis.
para meu espanto, não deixei de acreditar no amor.

janeiro 07, 2011

foste-me tão natural como o nascer do sol das nossas manhãs de domingo. tens essa qualidade distinta de me fazer bem à vida.

janeiro 06, 2011

não sou a companheira ideial para o homem médio, nem queria sê-lo. precisava do desafio de ter um grande homem ao lado.

janeiro 05, 2011

devias bater-me. sério. devias gritar comigo e chamar-me nomes quando me dá aqueles ataques de mau feitio, de tmp atrasada, quando a irritabilidade roça a estupidez. devias ser mais duro, mais mau, qual homem machista que se acha com poder. a sério, eu sei o quanto me adoras, mas também sei os limites que ás vezes passo. é o meu feitio, se calhar é daqueles mesmos maus. é de ser a má pessoa que a minha fama proclama. mas juro-te, que gosto de ti mesmo quando te viro as costas, quando vou para o sofá e te deixo sozinho. e juro-te que vou gostar de ti na mesma quando, um dia destes, o teu feitio, que também não é dos melhores, explodir em chuva de gritos comigo e as lágrimas jurrarem de mim em catadupa.
há dias em que me sinto desenquadrada de tudo, menos de ti.

teoria da premonição

de tanto se vaguear ao acaso e ser-se enganada (ao acaso), mais dia menos dia topa-se com a pessoa certa. é uma questão de probabilidades.

Alessandra Appiano

janeiro 04, 2011

sabes que adoro todos os teus presentinhos: o vestidinho preto, o anel da swatch, a máquina que fotografa as nossas férias, os conjuntinhos de lingerie, a massagem, os cd's. mas aquilo que mais me aquece o coração é o 3º elemento lá de casa. agora que somos três sou muito mais feliz. quero lá saber dos pêlos e do trabalho que dá. amo de paixão aquele coelhinho. thank you.

dezembro 30, 2010

adoro os saldos

adoro, adoro, adoro

ás vezes acontece

ir ao blog da amiga e ficar com a lágrima no olho.
love u chavala.

passagem de ano 2

as meias já estão. e descobri uma mala linda, linda no armário que já nem me lembrava que tinha e que faz pandan com o vestidinho. entretanto, lembrei-me que preciso de um soutien para aquele decote. Oysho, cá vou eu perder a cabeça (e umas notinhas da carteira porque a lojinha mata-me com tanta coisa gira).

dezembro 29, 2010

quero muito

também quero um pluto. ou um milk. QUEEEEEEERO

dezembro 28, 2010

passagem de ano

já lá vai o tempo em que quase morria de nervos com as preparações para esta data festiva. ora pois que após ter passado algumas tão boas planeadas em cima do joelho (diga-se umas 2 horinhas antes), este ano decidi que não ia perder um cabelo sequer a pensar nisso. pois o papá, que é o melhor do mundo, ofereceu um vestido LINDO da Killah, azul com um fecho brilhante do decote até à bainha (que não é assim tão grande, pois mostrar as pernocas faz muito o meu género). a mamã não quis ficar a trás e ofereceu uns sapatinhos azuis da Pull&Bear, com um salto de fazer vertigens. logo, o namorado, lindo que ele é, também quis aderir à onda, e vai de oferecer um anel da Swatch com pedrinhas azuis. tão feliz que eu sou. agora só falta esperar 3 diazitos, juntar o pessoal lá da tasca, 500€ em marisco, muito vinho, mais vinho e está a noite feita. ah espera, faltam as meias, o casaquinho, a mala, as pulseiras... grrrrr
não foi para isto que andei 5 anos a estudar.
mas óh pra mim a vender miss sixty, killah, fornarina, energie... até que me fica bem.
brigada patroinha, o quanto eu gosto de ti.
dizes que sou uma menina mimada, mas enches-me de mimos e presentes. não te entendo. mas gosto muito, muito de ti.

novembro 26, 2010

tenho umas amigas lindas (gosto tanto delas) que me ofereceram uma caixinha destas no aniversário. vindas do mundo do turismo e sabendo que uma delas até trabalha lá, não será de espantar que as prendinhas sejam todas destas. a originalidade não é o forte, mas gostei tanto!!
fiquem já saber que é já nesta terça feira que a vou usar, e depois de tantas voltas e viravoltas às páginas do guia (apetecia-me fazer tudo), acabei por não optar por nenhum workshop de cozinha ou bar como era de prever, e escolhi algo novo. talvez um novo talento esteja ai a despertar. eh eh!

é quase dezembro

e eu detesto o natal
como andei o verão a trabalhar de norte a sul do pais, em sitios que desconhecia a existência tipo Celorico de Bastos (muito giro, que se diga!), fiz um pequeno-grande investimento de 100 euritos e comprei um GPS TomTom. agora vou a todo o lado sem medo e sem sair uma hora mais cedo não vá perder-me. mete-se a morada, e estou lá. e para aqueles que se perguntam como é que eu me entendo com a vozinha do GPS (chama-se Catarina, a do meu) no que conta a direitas e esquerdas devido à minha simpática deslexia, eu passo a explicar: o GPS faz setinhas! que felicidade! :)

novembro 24, 2010

saudades

sou fã

http://www.porumportugalmaisfashion.com/

novembro 22, 2010

Maria, Maria
É um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece
Viver e amar
Como outra qualquer do planeta.


Maria, Maria como gosto de te ver. Fazemos aquele clikc no olhar de quem sabe que há amizades que são eternas. Tão bom.

novembro 09, 2010

escolhas

não era nada disto que eu queria, mas acabei encafuada no mundo dos hotéis e das rent-a-car, dos cruzeiros, dos aviões no galileo e do overbooking, das agv's e da tabela de remuneração dos guias, por pax mais as anuidades e um sem fim disso tudo que quem é guia sabe. tem de saber.
mas não era nada disto que eu queria. era escrita, na nova. ou publicidade em benfica, já em segunda escolha. mas faltavam umas miseras décimas para a primeira opção. e acabei por escolher para onde queria ir em vez do que queria seguir e claro, estoril era bem mais a minha onda do que lisboa e bora lá então viver uns anos na linha.
era 2004 e não se esperava a crise. e todos me faziam vénia, muito bem, boa escolha, sim se há hipóteses de trabalho é no turismo. o futuro do país, empregos não vão faltar. pois onde estão esses trabalhos? essas hipóteses fabulosas que se me esperavam devem se ter cansado, minha culpa ter demorado 5 anos, pois veio bolonha e mandou 2 à vida e toca a começar do zero (valá, do 0,7 porque ainda me deram umas equivalências).
culpem me pelos 5 anos de boa vida que eu juro que não desminto. ah pois e repetia tudinho umas 20 vezes. é o sol da marginal, dá nos a volta aos miolos com uma pinta!
mas não foi tudo rosas. juro! afinal ainda estive 2 anos no mundo dos guias e o que dizem por ai não é mentira: é sim senhor dos cursos mais difíceis. mas quem pensa que saber de cor os monumentos do pais, por estilo arquitectonico, ano de construção, quem mandou, quem viveu, para que serviu, mais as lendas, a gastronomia de norte a sul e ilhas, a geografia na ponta da língua, os rios, as aldeias históricas? e ainda mais as línguas estrangeiras? a cultura inglesa e a gastronomia italiana? ai, já fiquei cansada só de me lembar.
agora aguento-me a servir copos e a treinar os músculos no shaker que vá-se lá dizer até nem me saio mal. e até que a sorte nem se me fugiu de todo e pôs uma estrelinha italiana na minha vida e bora lá ganhar uns trocos com a cachaça.
só é triste quando me mandas à cara que passo os dias em casa sem fazer nada. ora bolas, achas que foi para isto que passei 5 anos a gastar dinheiro e pestanas (e tu sabes o quanto eu gosto das minhas pestanas)?! não te passa pela cabeça o que isto me mói?
não sei se foi culpa da minha escolha. nem quero ir por ai porque mesmo que tivesse sido a errada, seria sempre a minha decisão, e tudo o que me trouxe não tem preço que pague. é mais fácil por a culpa na crise. nos valores elevados do desemprego. no sócrates. mas não me posso queixar de todo porque há quem dê valor ao meu trabalho e no fim do mês não me falta nada. isso sim, é uma forma de felicidade. apesar da minha enorme ambição que às vezes te chateia, chego ao fim do dia e sei que nada de essencial me falta. principalmente porque tu estás aqui.

2 anos depois

deixei de ser boa a datas. logo eu, menina-que-não-larga-a-agenda, agora até me esqueço de aniversários (e o pior é que não é daqueles que nem sequer me devia ter lembrado uma única vez). e deixei de ser uma manipuladora de calendários pessoais e de arranjar datas especiais por tudo e por nada. acho que foi um método de auto-defesa, de me proteger dos males que a minha ingenuidade deixou que me afectasse antes. e em boa verdade, não tenho pena nenhuma. sinto-me mais leve, mais próxima de ti que também tens esse dom de não te lembrares de datas, nem dias, nem aniversários, mas sabes que é algures por esses dias. nenhum de nós sabe ao certo em que dia podemos fazer um jantar lamechas para dizer bolas, já te aturo à dois anos, é muito tempo!, e nem sabemos ao certo se foi ontem ou é hoje que faz dois anos que naquela manhã de sábado ou domingo, te sentaste no meu carro à porta da tua casa e te apoderaste da minha vida sem ambos darmos por isso.

setembro 23, 2010